sexta-feira, 8 de junho de 2012

Projeto Interdisciplinar

PROJETO INTERDISCIPLINAR DE AÇÃO PEDAGÓGICA 1. TÍTULO DO PROJETO: Atividades interdisciplinares 2. RESPONSÁVEL:Maria Isete Borges. 3. PÚBLICO ALVO: Alunos do Ensino Fundamental e Médio da E.E.F.M. Vicente Ribeiro do Amaral 4. CUSTO DO PROJETO: Sem custo. 5. C/H PARA EXECUÇÃO: 200 dias letivos (800 h/a) 6. CONJUNTO INTERDISCIPLINAR: A presente proposta destaca a leitura e o estímulo ao raciocínio dentro do contexto das Disciplinas das áreas de Conhecimento: LINGUAGENS: Língua Portuguesa, Arte, Educação Física, Inglês, Espanhol e Informática. CIÊNCIAS DA NATUREZA E MATEMÁTICA: Matemática, Ciências, Biologia, Química e Física CIÊNCIAS HUMANAS: História, Geografia, Ensino Religioso, Filosofia e Sociologia. 7. JUSTIFICATIVA (por que): As escolas da Rede Estadual do município de Monsenhor Tabosa – Estado do Ceará, desenvolvem no cotidiano de suas ações, experiências significativas e inovadoras de aprendizagem escolar, como o trabalho com projetos interdisciplinares, cujo teor envolve os saberes das três áreas do conhecimento e proporciona uma intervenção na ação docente realizada dentro e fora da sala de aula. As referidas escolas assistem a clientela estudantil do ensino fundamental e médio, recebendo alunos de diversas escolas da rede municipal e privada. Muitos desses alunos chegam à escola com várias deficiências na aprendizagem, principalmente em leitura, interpretação, compreensão e produção de textos, em gramática, em raciocínio lógico e nas operações fundamentais da matemática. Esse fato tem ocasionado a reprovação de alguns alunos e a evasão de outros, por não acompanharem o ritmo da turma, e nem compreenderem com facilidade os conteúdos estudados. Isso também tem dificultado o trabalho de alguns professores que não tem conseguido, na maioria das vezes, ajudar seus alunos a superarem as dificuldades. Esse problema tem sido detectado ao longo dos anos. E na medida do possível tem se procurado saná-lo, infelizmente, sem o sucesso ainda desejado, apesar das conquistas já atingidas, como a melhoria dos indicadores em determinadas séries ou disciplinas, mesmo que de forma tímida. Mesmo assim, ambas as escolas procuram criar oportunidades para esses alunos se recuperarem e se engajarem nas atividades da mesma, tais como: projeto de leitura, concurso literário e de redação; Olimpíadas de Língua Portuguesa e Matemática; entre outros. Mas, tudo isso não tem sido suficiente para a elevação do desempenho acadêmico dos nossos alunos, tal como se almeja, fortalecendo, sobretudo a qualidade do processo ensino aprendizagem. As escolas na busca de dados claros para tomar decisões acertadas e eficientes, tem se instrumentalizado na descrição da realidade da aprendizagem e do desempenho dos nossos alunos. Analisaremos como exemplo, dados da EEFM Vicente Ribeiro do Amaral, para caracterizar o problema e a realidade de nossas escolas. Na primeira semana de aula de 2010, a coordenação pedagógica, conforme ações defendidas no PDE e no Plano de Metas do Diretor - PLAMETAS, realizou uma sondagem com os alunos de uma turma primeira série do Ensino Médio (27 alunos). A mesma constava de 60 (sessenta) questões, sendo 20 de Língua Portuguesa, 20 de Matemática e 20 de Conhecimentos Gerais. Depois da tabulação dos resultados, chegamos à seguinte média: Língua Portuguesa – 4,7, Matemática – 5,0 e Conhecimentos Gerais – 5,4. Fazendo uma análise rápida e superficial desses dados podemos perceber que no geral: em nenhuma das disciplinas a média chegou a 6,0 (seis), à média de aprovação da escola. Verifica-se também, que em Língua Portuguesa e Matemática às médias estão muitos baixas e há uma necessidade urgente de elevar o desempenho e a aprendizagem desses alunos. Analisando também os resultados de nossos alunos de 3º Ano no SPAECE, temos as seguintes médias de proficiência no ano de 2009: em Português – 238,4 (padrão crítico) e Matemática – 246,7 (padrão muito crítico). Percebemos por esses dados que na ótica de um entendimento pedagógico, os resultados apontam para uma realidade não muito satisfatória, apesar de avançar se considerarmos dados desta avaliação externa de anos anteriores, mesmo assim, há muito que melhorar, no sentido de fortalecer o ensino e a aprendizagem desta escola, possibilitando com isso dados mais satisfatórios. Para fechar a descrição dessa realidade, nos detemos nos indicadores da escola nos três últimos anos. A aprovação em 2008 foi de 73,67%, sendo elevada em 2009 para 81,54 %; já a reprovação em 2008 foi de apenas 4% e em 2009 conseguimos diminuir para 3%. Por ultimo, a evasão que em 2008 foi de 22,33%, em 2009 foi reduzida para 15,45 %. Os dados de 2010 não foram utilizados, visto a realização da PRALET II ainda em andamento, o que não faz termos dados precisos do ano passado. Percebemos assim, uma acentuada redução o que nos faz analisar esses indicadores, constatando assim que houve um acréscimo nos índices de aprovação e uma gradual queda nos índices de reprovação e evasão. Isso são dados que motivam o resultado pleno da escola, pela melhoria verificada, mas ainda coloca em xeque a necessidade de colocar em práticas ações inovadoras que agucem competências e habilidades ainda não adquiridas pelos alunos, afim de lograrem êxito no seu rendimento escolar. Com bases nestes índices, está estipulado como meta para 2012 de acordo com o Plano de Metas do Diretor - PLAMETAS: elevar para 92% o índice de aprovação, reduzindo de forma mais acentuada os índices de reprovação e abandono em todos os níveis de ensino. Inspirado, pois, no Plano de Metas do Diretor – PLAMETAS e apoiado no objetivo estratégico do PDE da referida escola percebo a necessidade de melhorar o desempenho acadêmico dos alunos através de ações pedagógicas dinâmicas, inovadoras e que fortaleça o que já está sendo posto em prática pelos professores regentes de sala de aula. Durante os coletivos com professores e na própria vivência da escola ficou constatado que ainda existem alunos com deficiências de aprendizagem, não estão conseguindo superá-las durante as aulas normais; isso tem dificultado o desenvolvimento dos trabalhos em sala e de certa forma tem imposto um ritmo lento e um nível baixo de aprendizagem e de desempenho de nossos alunos em sua totalidade. Com base nos resultados da Sondagem, da avaliação do SPAECE, nos índices de aprovação, reprovação e evasão expostos anteriormente e na impossibilidade de recuperação plena dos alunos com deficiências de aprendizagem durante as aulas normais dados ao tempo, sentimos a necessidade de elaborar um projeto de ações do laboratório de Informática que contemple as 03 áreas do conhecimento, para atender essa demanda, e, principalmente, elevar o desempenho acadêmico dos alunos, fortalecendo e dando suporte o que está sendo em sala de aula e nos serviços de apoio da escola tais como o Centro de Multimeios. Diante do exposto, acreditamos que esse projeto de acompanhamento e interação com a prática vivenciada em sala é uma alternativa viável para superar os problemas observados e garantir bons resultados de aprendizagem aos nossos alunos, possibilitando com isso uma educação de qualidade. 8. OBJETIVOS (O que pretende ser atingido): GERAL: Oferecer um atendimento pedagógico aliado às tecnologias e a Informática que fortaleça a ação docente e contemple toda clientela estudantil, especialmente aqueles que apresentarem defasagem e/ou dificuldades na aprendizagem que não foram superadas durante as aulas normais, através de uma prática metodológica que fortaleça o ensino e a aprendizagem. ESPECÍFICOS: Dinamizar a prática do processo ensino-aprendizagem, aliando o seu contexto a vivência das novas tecnologias, especialmente o uso intensivo da informática educativa e internet. Propiciar estudos com uso da informática onde seja desenvolvidas ações com base nas competências e habilidades das Diretrizes Curriculares Nacionais – DCNEM e que busquem fortalecer a aprendizagem nos Descritores e matrizes de Referência do SPAECE. Atender as necessidades de leitura, produção textual dos alunos, levando-os a superarem suas dificuldades por meios de oficinas tecnológicas, resolução de simulados na internet, olimpíadas, estímulo à pesquisa on line, prática de atividades digitas, vivência da cultura computadorizada; Corrigir o déficit de aprendizagem matemático, estimulando o raciocínio lógico e a interpretação do saber científico através de atividades de pesquisa, olimpíadas, desafios virtuais e atividades que agucem o saber científico e das ciências exatas; Proporcionar aos alunos a reflexão de sua realidade valorizando o seu entorno social por meio de jogos educativos, interpretação de fatos atuais, aulas com internet e recursos tecnológicos disponíveis na escola; Colaborar para que o aluno melhore o nível de aprendizagem especialmente, em língua portuguesa e matemática, bem como em todas as disciplinas do currículo escolar das 03 áreas do conhecimento; Proporcionar alternativas para o desenvolvimento das habilidades linguísticas, científicas e matemáticas, bem como inspirar o saber do potencial humano, valorizando suas culturas e espaços; Envolver os pais, familiares e a comunidade na prática e no acompanhamento da vida escolar, bem como, no desenvolvimento e aprendizagem da clientela estudantil da escola, fazendo-os vivenciar o cotidiano do laboratório de informática educativa da escola. 9. AÇÕES: Em anexo. O Plano aqui sugerido atende ao que está já sendo executado pela escola, fortalecido pelo desejo de enriquecimento de acordo com o que está sendo proposto pelo PLAMETAS, PDE, PPP da escola e atendendo ainda o que está evidenciado pelas avaliações de larga escala tais como: SPAECE, SAEB, ENEM etc. 10. RESULTADOS ESPERADOS: Elevar o desenvolvimento acadêmico dos alunos motivados pelo saber tecnológico e da informática; Motivar o vínculo dos laboratórios de informática com todos os espaços de aprendizagem (sala de aula, Multimeios, academia etc), contribuindo assim para a melhoria do ensino e da aprendizagem da escola; Favorecer o saber virtual aos pais da escola para um melhor acompanhamento escolar dos filhos; Fortalecer a aprendizagem virtual, contribuindo para um melhor rendimento do SPAECE escolar; Contribuir de forma acentuada para a execução do Plano de Metas do Diretor – PLAMETAS e das ações propostas no PDE, amparadas pelo Projeto Político Pedagógico – PPP que a escola se propõe executar. 11. INFRAESTRUTURA: Espaço: - Laboratórios. Recursos: - Livros/Revistas/Jornais/Atlas e mapas. - Jogos educativos/Computador/Internet. - Retroprojetor/Multimídia/som. 12. RECURSOS HUMANOS: Orientação e Facilitação: - Professor (es) do LEI. Participação p/ processo de aprendizagem: - Alunos. - Pais e comunidade. 13. DIVULGAÇÃO DO PROJETO: (sensibilização): - Painel (LEI); - Informativos, cartazes, folders, plenários coletivos e visita as salas de aula; - Divulgação em emissora de rádio. 14. AVALIAÇÃO DO PROJETO: • Seminário e enquetes na internet voltadas para o público escolar, especialmente os alunos; • Pesquisa virtual; • Análise coletiva dos indicadores da escola verificados a partir das avaliações internas e externas. • Reuniões com os segmentos no LEI 15. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS: BRASIL. LDB. Lei de Diretrizes e Bases da Educação: Lei nº 9.394/96. EEFM Vicente Ribeiro do Amaral. Educa censo Monsenhor Tabosa/Ceará: 2008/2009. EEFM Vicente Ribeiro do Amaral. Relatório de Resultados Finais. Monsenhor Tabosa/Ceará: 2008/2009. EEFM Vicente Ribeiro do Amaral. Registros Pedagógicos da Coordenação Escolar. Monsenhor Tabosa/Ceará: 2010. EEFM Vicente Ribeiro do Amaral. Plano de Metas do Diretor – PLAMETAS 2009/2012. Monsenhor Tabosa/Ceará: 2009. EEFM Vicente Ribeiro do Amaral. Regimento Escolar. Monsenhor Tabosa/Ceará: 2008/2010. EEFM Vicente Ribeiro do Amaral. Plano de Desenvolvimento da Escola – PDE 2009. Monsenhor Tabosa/Ceará: 2009. CEARÁ, Governo do Estado. Missão e Planejamento Estratégico da Secretaria da Educação Básica CEARÁ, Governo do Estado. Cartilha do Laboratório de Informática. SEDUC, 2008. (PLAMETAS) – SEDUC. http://portal.seduc.ce.gov.br RESULTADO DO SPAECE 2009. http://www.spaece.caedufjf.net/spaece

sexta-feira, 25 de maio de 2012


Cursista: Ana Lúcia Rodrigues da Luz

TEXTO: Aprendizagem continuada ao longo da vida.

José Armando Valente, no texto, Aprendizagem continuada ao longo da vida, retrata de uma forma bem nítida que somos eternos aprendizes, durante diferentes períodos de nossas vidas precisamos aprimorar nossos conhecimentos para nos mantermos atualizados seja em qualquer área e idade. Observa-se que durante diferentes períodos de nossas vidas seja escolar ou profissional ocorre a construção do conhecimento.
Este artigo relata que ao nascermos já demostramos aprendizagem, como na atividade de amamentação  por exemplo, pois segundo Piaget, “o conhecimento acontece na relação do sujeito com outros sujeitos e/ou objetos”, diante disso percebemos que as pessoas têm a capacidade de aprender a todo momento. Portanto durante a infância principalmente antes da entrada na escola o mundo passa a ser visto como uma série de desafios que devem ser superados e, com isso acontece à construção da aprendizagem. Vimos também que todas as pessoas têm a capacidade de transmitir valores e cultura, no entanto não tem hora e nem lugar para isso acontecer, aprendemos e ensinamos mediante as situações que surgem em nosso cotidiano.
Mediante a leitura desse texto percebemos o quanto a terceira idade está tendo a oportunidade de se atualizar na área da informática, pois já existe Universidade Aberta de informática para a Maturidade. Eles escolhem esse curso para entender a magia do computador, tendo como maiores desafios a serem vencidos os de ordem motora, de certa forma muito semelhante a das crianças em sua infância.                  
O que é WebQuest?

WebQuest é uma metodologia de pesquisa na Internet, voltada para o processo educacional, estimulando a pesquisa e o pensamento crítico. É um modelo extremamente simples e rico para dimensionar usos educacionais da Web, com fundamento em aprendizagem cooperativa e processos investigativos na construção do saber, engajando os alunos e os professores num uso da Internet voltado para o processo educacional, estimulando a pesquisa, o pensamento crítico, o desenvolvimento dos professores, a produção de materiais e o pensamento crítico e protagonismo juvenis.

Como iniciar uma WebQuest?

Navegar na Internet pode ser um valioso processo de busca de informações na construção do conhecimento, gerando um rico ambiente interativo facilitador e motivador de aprendizagem, bem como pode ser um dispersivo e inútil coletador de dados sem relevância que não agregam qualidade pedagógica ao uso da rede.
Uma WebQuest parte da definição de um tema e objetivos por parte do professor, uma pesquisa inicial oferecendo uma variedade de links selecionados acerca do assunto, para consulta orientada dos alunos. Estes devem ter uma tarefa, exeqüível e interessante, que norteie a pesquisa. Para o trabalho em grupos, os alunos devem assumir papéis diferentes, como o de especialistas, visando gerar trocas entre eles. Tanto o material inicial como os resultados devem ser publicados na Web, online.

Que softwares devemos usar na criação de um WebQuest?

WebQuest não exige software específicos além dos utilizados comumente para navegar na rede, produzir páginas, textos e imagens. Isso faz com que seja muito fácil usar a capacidade instalada em cada escola, sem restrição de plataforma ou soluções, centrando a produção de WebQuests na metodologia pedagógica e na formação de docentes.

Duração

Uma webquest pode ser definida como sendo de curto prazo (até uma semana) ou de longo prazo (de uma semana até um mês ou mais).

Com a WEBQUEST, trabalha-se em forma de projetos de pesquisa, utilizando a idéia de aprendizagem colaborativa. É um espaço na WEB que irá facilitar e enriquecer o uso da Internet por professores e alunos.

Por que optar pela metodologia da WebQuest?

Nos últimos anos, uma das preocupações que tem nos despertado tem sido a baixa qualidade dos trabalhos acadêmicos, principalmente no que se refere a pesquisas realizadas na Internet, pesquisas são realizadas desprovidas de apoio e suporte dos educadores, onde a prática do “copiar-colar” acontece sem nenhuma leitura previa.

Percebemos que a Webquest desenvolve métodos eficientes para introduzir os alunos a utilizarem as novas tecnologias como ferramenta de maneira a assegurar a aprendizagem intimamente associada ao currículo, fornecendo modelos para associar pesquisa na web e resultado de aprendizagem de uma forma prática e confiável.

Vantagens da WebQuest:

As vantagens da WebQuest tem a ver com o fato de poder adaptá-la a uma grande variedade de ambientes de tecnologias e a muitas áreas diferentes de currículos, além de sistematizar a pesquisa na web, ambiente que pode dispersar o aluno.

Quais os elementos básicos de um Webquest?

Os elementos básicos de um WebQuest são:

• Uma introdução, que fornece informações básicas para despertar o interesse dos alunos pela tarefa;

• Uma tarefa interessante;

• Processo (ou etapas) a ser desenvolvido para completar a tarefa;

• Os recursos a serem utilizados são basicamente da Internet, mas outros dados, como informações obtidas em bibliotecas, podem sem incluídas;

• Orientação e organização de informação e conclusão da tarefa:

• Conclusão (o que foi aprendido com sugestões para mais aprendizagem);

• Autores

• Referências Bibliografias

As WebQuests fornecem a aprendizagem ativa em que o objetivo é a aquisição e integração do conhecimento. Através das atividades nas WebQuest o aluno lidará com uma quantidade significativa de novas informações, interpretando-as por síntese e análise e finalmente, transformando-as em conhecimentos.

WebQuests tornam-se atraentes quando se pode compartilhar entre professores, são atualizadas constantemente e pode ser usada de um ano para outro, o tempo não irá interferir nas atividades oferecidas pelos educadores.

Objetivos da Webquest:

• Modernizar modos de fazer educação;

• Garantir acesso a informações autênticas e atualizadas;

• Promover aprendizagem cooperativa;

• Desenvolver habilidades cognitivas;

• Transformar ativamente informações (em vez de apenas reproduzi-las);
• Incentivar criatividade;

• Favorecer o trabalho de autoria dos professores;

• Favorecer o compartilhar de saberes pedagógicos;

• Analisar os novos desafios com os quais se defrontará o trabalho do professor com a utilização das novas tecnologias;
• Investigar novas estratégias na utilização dos recursos oferecidos pela www no meio educacional;

• Analisar novas modalidades de ação e intervenção, em termos de participação nas consultas a diversos níveis: Fórum de discussão, lista de discussão, correio eletrônicos, chats etc.;
• Propor modalidade de intervenção, via a tentativa de criar um espaço de aprendizagem colaborativa entre os alunos no seu cotidiano;

• Promover a formação de recursos humanos e geração de conhecimentos, considerando que vários estudantes participarão ativamente da pesquisa;

• Promover os educandos a tornarem-se aprendizes ativos, solucionadores de problemas, pesquisadores e projetistas;

• Apresentar projetos utilizando a Internet, onde os alunos são responsáveis pela construção do conhecimento;

• Analisar dados num maior número de sites envolvendo os alunos eletronicamente, emitindo uma pesquisa, coletando respostas, analisando resultados, finalizando com a socialização dos resultados;

• Compartilhar observações e experiências vivenciadas por outros alunos que utilizam a Internet como ferramenta didática em suas pesquisas, experimentando o poder da multimídia da www.

Maria Aparecida Viana é coordenadora do Serviço de Informática Educacional, mestranda em Educação Brasileira pela Universidade Federal de Alagoas, professora de Novas Tecnologia no Curso de Pós - Graduação da Fundação Jayme de Altavilla – FEJAL


"WebQuest é uma atividade de aprendizagem que aproveita a imensa riqueza de informações que, dia a dia, cresce na Web. O conceito criado por Bernie Dodge como proposta metodológica para usar a Internet de forma criativa define "Webquest" como uma atividade investigativa com informações provenientes da Internet". Consulte os sites abaixo para saber mais. O que é WebQuest?

"Planejar / Formatar / Publicar: 1- Defina o tema. 2- Selecione as fontes de informação. 3- Delineie a Tarefa. 4- Estruture o Processo. 5- Escreva a Introdução. 6- Escreva a Conclusão. 7- Insira o conteúdo no gabarito. 8- Faça os acertos finais. 9- Publique a webquest". Como elaborar uma WebQuest?

Links
WebQuest: Wikipedia

Uma WebQuest sobre WebQuest: Simão Pedro Marinho
WebQuest para a sala de aula: Alcino Simões
Como elaborar uma WebQuest: SENAC
Webquest - referências: SENAC
Clube do Professor: WebQuests
Uma WebQuest do Sistema Circulatório
WebQuest Leitura e Sentido: Tatiane Martins
WebQuest Aprendendo através de contos de fadas: Eliana Vasconcelos


Produções
Atividade WebQuest: Inglês
Geometria da Pirâmide


TEMAS E LINKS RELACIONADOS

"Benjamin Bloom identificou seis diferentes graus de complexidade cognitiva que tem sido usados nas últimas quatro décadas para estimular e desenvolver estudantes na habilidade de pensar". Taxonomia dos objetivos educacionais

Metodologia da pesquisa científica: Nance Beyer Nardi: Como fazer pesquisa?
”Por que escrever um relatório ou um resumo? O que considerar ao planejar um relatório ou um resumo? Como escrever um relatório? Como escrever um resumo? Lembrar de fazer... Lembrar de não fazer...”. Nance Beyer Nardi: Elaboração de relatórios e resumos científicos

”Metodologia do Trabalho Científico. Diretrizes para elaboração de projetos de pesquisa, monografias, dissertações, teses.” Cassandra Ribeiro O. Silva, Dr.Eng.: Diretrizes para a elaboração de projetos de pesquisa


Fonte:http://vicenteoficina.blogspot.com/2007/12/trabalhando-com-projetos-globalizao_04.html

terça-feira, 15 de maio de 2012


Cursista: Sueli Rodrigues Silva Oliveira
Tutora: Edileuza Mendes Ribeiro Batista

O texto de Juan Ignácio Pozo nos remete aos novos contextos da sociedade atual e suas implicações, visto que o século XXI está imerso no mundo de artefatos tecnológicos possibilitando formas diversificadas de aprendizagem e conhecimento.
É imperativo afirmar que a instuição escolar não pode ignorar que atualmente temos diversas possibilidades de comunicação proporcionada por diferentes mídias, viabilizando as pessoas ser capazes de realizar inúmeras atividades nos diversos aspectos do cotidiano, otimizando a qualidade de vida. Entretanto, esses recursos tecnolológico não estão ainda sendo utilizado em sua plenitude no âmbito escolar.
Segundo a autor vivemos na era que  o conhecimento tem prazo de validade, pois está em constante movimento e não podemos prever como será nas proximas décadas. Em virtude deste fato temos que preparar os nossos  educandos a ser “aprendizes flexíveis” para que quando confrontados com realidades antes inimaginadas de aprendizagem possa se emquadrar na nova cultura de apredizagem. Realmente, não raro convivemos  com informações e conhecimento que estão se transformando a cada momento, porém “aprendizes flexíveis” requer professores flexíveis e infelizmente nem todos os docentes estão preparados para esse contexto. A realidade constitui de muitos  professores com a mentalidade de que pode ser substituidos por máquinas ou até mesmo evita de tocá-las com receio de quebrar e isso muitas vezes o impede realizar sua inserção no mundo tecnológico, não se permitindo usar a tecnologia a seu favor.
Diante da realidade citada anteriormente como docentes impõe responsabilidades, só  nos resta   enfrentar os desafios aprender a se realcionar com o conhecimento e

Em suma  aprender relacionar se com o conhecimento é um dos maiores desdafios a ser enfrentado no sistema educacional.

Então como utilizar esses recursos tecnológicos na escola com intuito de ressignificar à prática pedagógica em benefício do ensino-aprendizagem de maneira inovadora?